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Borrachinha do constrangimento
Todos nós já conhecíamos de fama a tal borrachinha da Playboy. Aquela que faz de qualquer brucutu uma mulher linda, maravilhosa etc etc. Pois é, outro dia a folha on line noticiou a gafe cometida pela Playboy ao fazer uso da tal borrachinha...não é que apagaram o pobre do umbigo de uma moça? Criação artística? Licença poética? Não, não!!! Foi burrice mesmo, das piores (ou melhores)... parece que apagam tantas coisas que esquecem de voltar com umas pro lugar kkkkkkkkk se fosse uma revista de comédia não seria tão engraçado....imagine, daqui uns dias vc vai abrir uma Playboy, passsar os olhos por um belo par de cochas, olhar uma barriga construída de forma sensual, passar pelos ditos peitões e qdo olhar para o rosto pode estar faltando um olho, ou quem sabe o nariz? É, o uso indiscriminado do artificial pode favorecer o aparecimento de novas criaturas por aí. A mulher sem umbigo foi a primeira.....Qual será a próxima? heheheh

Escrito por Mateus às 11h32
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Olhe eu aqui de novo!!! Depois de tanto tempo não sei mais se sou o dono do blog ou um dos poucos visitantes que sobraram ou se perderam por aqui hehehe. Mas entre uma ressurreição e outra nós vamos levando (com muita preguiça, mas vamos levando). A verdade é que meu comprometimento é de escrever apenas quanto tenho vontade e eu andava (ou ainda ando) meio desmotivado para isso. O fato é que escrever me faz um bem danado.....escrevi para mim o tempo todo e fui encontrando algumas pessoas que sentiram alguma afinidade, ligação ou coisa do tipo com as pequenas reflexões que fiz aqui....chegaram, foram embora, voltaram, sumiram de vez, apareceram outras, velhos conhecidos deram seus ois....é assim a vida desse blog, muito parecida com a vida dos próprios trens (trem de doido) que carregam milhares de coisas, pessoas, sonhos, expectativas....mas não as prendem ....coisas da vida!!! Por falar em trem, uma vez li a melhor definição de qual o significado de um trem na vida das pessoas....foi comovente perceber como de forma tão breve alguém capta o que muitos sentem, mas não sabem explicar...falo de um poema que uma vez li em um encarte de LP do Milton e que agora achei no livro “poesia reunida” de Adélia Prado (Adélia será assunto para um post posterior, se Deus quiser!!!). Mas vamos diretamente ao poema:
Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica,
Mas atravessou a noite, a madrugada, o dia,
Atravessou minha vida,
Virou só sentimento.
Escrito por Mateus às 00h51
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